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Este fotógrafo australiano capturou 21 retratos de Bodysurfers, os surfistas de peito.

O surfe de peito ou Bodysurf é considerado a mais pura forma de surfe e talvez a primeira de todas, dado que sua prática prescinde de qualquer suporte material, bastando um corpo e uma onda.

Por não utilizar pranchas, se diferencia de outras formas de surfe, como o Pae’po board (surfe deitado em uma prancha) feita de madeira, menor que a de surfe, de forma sem padrão definido, com ou sem quilhas e que deu origem ao bodyboard (surfe deitado em uma prancha) e ao handboard[notas 1] (que se vale de uma ou duas pequenas pranchas – ou palmares, para cada mão), kneeboard (surfe ajoelhado) entre outras modalidades.

Pode ser tanto uma modalidade esportiva, quanto uma atividade de lazer.

Como modalidade esportiva, é permitido o uso de nadadeiras (pés-de-pato) nos campeonatos, que anualmente são realizados em diversos países como França, Austrália, EUA (Nova Iorque, Havaí e Califórnia), México, Marrocos, Chile, Peru e Brasil.

Como lazer, é praticado em milhares de praias e, no Brasil, é popularmente conhecido como “jacaré”.

O surfe de peito é produto da observação do homem e do respeito aos animais, seja no ata da caça ou mesmo do divertimento destes como os golfinhos, orcas e baleias, tubarões e pinguins, lontras, focas, leões marinhos, jacarés e crocodilos, gaivotas, águias e falcões pescadores nas praias, foz, deltas e sistemas lacunares pelo mundo afora.

Trent Mitchell é um fotógrafo australiano que está por trás das câmeras há mais de 15 anos. Embora tenha muitos prêmios para respaldar seu extenso portfólio, basta dar uma olhada em suas fotos para perceber que suas obras falam por si mesmas.

Como um artista que vive à beira-mar e gosta da palavra viva, Mitchell adora capturar as pessoas em seu elemento, especialmente se estiver relacionado à natureza ao seu redor. “Eu gosto de fazer fotografias a partir de uma nova perspectiva e tentar diferentes técnicas para criar imagens irrepetíveis.

O mar é um lugar onde passei uma grande parte da minha vida e é definitivamente um tema recorrente no meu trabalho”, disse o fotógrafo.

Recentemente, ele lançou uma nova série de títulos Inner Atlas com foco na fluidez do movimento de bodysurfers. “Eu estava realmente tentando criar algo que eu nunca tinha visto antes com um assunto que eu conhecia muito bem. Bodysurf, movimento, pele, flash”, explicou Mitchell. A série explora a ideia de “o espírito humano através de movimentos do mar em um espaço esquecido e desconhecido”. Cada fotografia destaca tanto o elemento humano quanto os movimentos sempre fluidos do mar. “Esta série foi tecnicamente desafiadora e também exigente fisicamente. Muito tempo foi gasto sob as ondas e eu tomei tantas enxurradas quanto os caras que eu estava fotografando!” ele elaborou sobre a produção.

O trabalho de Trent no Inner Atlas também foi filmado por um cineasta australiano Robert Sherwood. Ele não apenas explora a ideia e o processo por trás da série de fotos, mas fornece um pano de fundo sobre o trabalho e o espírito criativo de Mitchell.

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Via BoredPanda

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Podcaster, bloqueiro, vlogueiro, youtuber. memezeiro, social média e fundador do site Macaco Urbano. Interessado em curiosidades, sobrenatural, política e teres na madrugada ao lado da morena.