Como é o carnaval de Sinopolândia!

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Primeiro precisamos entender o que é o Carnaval

O Carnaval é uma festa Cristã em comemoração à traição de Judas Iscariotis, na qual é realizado um famoso ritual de sacrifício humano à Deusa da Bunda feito por povos indígenas pouco desenvolvidos da região do Rio de Janeiro, São Paulo, Cuiabá, Sinop e região circundante. As pessoas, geralmente mulheres seminuas, são obrigadas a vestir fantasias pequenas e que não cobrem quase nada do corpo, usar maquiagem pesada e sambar até a morte, por uma longa passarela, ou ser atropeladas por um carro alegórico gigante com alguma tema sem graça. As vítimas, conhecidas como passistas, geralmente se unem em bandos, e sambam juntas em direção ao holocausto, enquanto uma turba em êxtase os observa da arquibancada. Isso geralmente ocorre em fevereiro, no solstício de verão e praticamente nos outros 364 dias de folias das micaretas, sem que nenhum otário,trouxa ou boçal se enjoe desse troço todo.

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Como é o carnaval em Sinop?

Antigamente era legal, a galera ia toda para o Centro da cidade, na praça Plínio, onde se amontoava aquela multidão com cheiro de “cece” e cerveja no rabo comprado na panificadora Roma, ali ao lado de onde era o mijódromo da popualçao cachaceira. Na praça rolava desfile de bloquinhos de amigos com suas camisetas elaboradas com a marca da galera, a mesma galera que se reunia na Avenida Júlio Campos em frente a saudosa casa de putaria shows Halls Beer, com seus sons automotivos que acordavam as velhinhas das casas dos pioneiros que conseguiram seus terrenos de graça na época da fundação da cidade e a maioria hoje ta podre de rica e queria mais que esses grupinhos de carnaval explodissem!

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Típica carnavalesca de Sinop mostrando o seu melhor no carnaval

Existiam vários bloquinhos de carnaval de amigos:

  • Beija Eu: Bloco criado pelo Dj Gilberto – na época trabalhava no Machado como atendente de frios da loja 1. O Bloco tinha como lema: Beijar ate pegar DST. Algo que deu certo pois alguns meses depois todos os integrantes morreram de DST.
  • Curvas de Rio: Um bloco formado por cervejeiros que não tinham nada melhor para fazer nos finais de semana, visto que não tinha mesmo nada melhor para fazer em Sinop naquela época, e tinham como lema: Comer mais novinhas quanto possível. Deve ter dado certo pois esse bloco de amigos ainda existe, mudou de nome e promove eventos pela cidade onde ainda comem muitas novinhas.
  • Nicão: Bloco formado apenas por uma pessoa. O Nicão era uma figura folclórica da cidade onde sempre andava com um tijolo de outro em um cordão de ouro por onde ia, só parou com essa “muaje” quando foi assaltado e levaram seu tijolo de ouro, o deixando na pobreza e encerrando sua carreira de bloco único. Não podemos deixar de falar das bizarrices que Nicão fazia pela cidade na ápoca de carnaval, criando as mais diversas esculturas como “o Mundo”, uma escultura do globo terrestre feita de papel machê que foi destruída pela chuva pois era de papel machê se você ainda não percebeu.

O evento parava a cidade e depois rolava o maior show da única banda de axé que tinha na cidade. Até hoje eu não entendo por que diabos só chamavam essa banda na cidade!

 Carnaval nos dias de hoje em Sinop

Nos dias de hoje Sinop esta uma merda para carnaval, pelo menos o número de recém nascidos diminuiu e agora a taxa de mortalidade por DST caiu drasticamente. Apenas alguns eventos ocorrem pela cidade, os puteiros ficam cheiros, eventos dos Pilantras lotão e alguns muquifinhos do inferno brotam em recantos escondidos na noite boêmia de Sinop das trevas.

Crítica ao Carnaval

Naturalmente, existem pessoas que não gostam dessa suruba famigerada de 72 horas sem dormir e só com manguaça na cabeça. Eles tentam convencer os demais que o carnaval é uma merda, mas acabam indo parar na folia no final das contas. Enfim, eles dizem o seguinte:

Não tem graça ficar vendo um show de uma banda famosinha enquanto você fica se afogando em cerveja ao som da mesma banda por horas a fio, ou pulando correndo atrás de um caminhão que anda a 5km/h no meio de uma muvuca Filha da Puta. Como o som é de 7000000 decibéis, depois de um tempo você não vai conseguir ouvir nada, e tudo que você vai ver é aquele bando de pobre em volta de você, catinga de suvaco e um bafo quente infernal. Não vai dar nem pra cantar a gatinha que tá GRUDADA em você, já que ela não vai ouvir nada mesmo (você só vai ser notado se der aquela apalpadinha malandra; mas no carnaval é tanto esbarrão pra cá, pederastia pra lá que é capaz de ainda assim você ser ignorado).

A razão de banheiros químicos é 1 banheiro/50000 foliões. Então prepare-se para sentir cheiro de mijo durante toda a celebração, e se você não quiser contribuir para o mesmo, leve uma sacolinha da mercearia da esquina. Ou então você pode aproveitar a pocinha de lama, suor e mijo que tem em tudo quanto é lugar pra atender ao chamado da natureza.
Então, no meio da suruba, você avista aquela gata! Só que pra andar 10 metros você demora 1h pra abrir caminho e ainda por cima sua pele tem que aturar 50 litros daquele suor comunitário (também conhecido como catinga do povão).
Carnaval não funciona sem breja pra cima. Então tu tem que beber litros pra conseguir aturar a merda que é, e até você voltar à consciência no dia seguinte pode ter certeza que tu fez coisa que não devia com gente que não devia (MWAHAHAHAHAHA!).

E você? O que acha da festa da carne?

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Podcaster, vlogueiro, blogueiro, professor, primata, biólogo que ama teres e não vive sem a morena.